quarta-feira, 20 de abril de 2016

She wanted more from life than he could give...

Alguns dias são piores que os outros, eu sinto muito.

sábado, 2 de abril de 2016

I'm at home in the clouds, towering over your head...

Em um dos livros que li na vida, aprendi exatamente qual é a sensação da crise: "É como deitar-se numa avenida e esperar um carro vir, você sente ele se aproximar, o coração dispara, a respiração acelera e em um segundo você ganha uma chance e pode sair correndo. Ou o carro ganha a chance dele e aí, meu amigo, já era. As crises tem disso, você nunca sabe quando vai ser a última chance, você nunca sabe quando vai poder tentar de novo. Algumas vezes, você sai de si, você congela, você não consegue sair. É como ouvir o barulho do relógio... É um tic, tac interminável. O relógio pode despertar... Ou não. "I try to see but i'm blinded by the white light. I can't remember how, i can't remember why, i'm lying here tonight. And i can't stand the pain, and i can't make it go away..."

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Nunca é fácil lidar com o suicido. NUNCA. E todo maldito texto que você ler sobre isso, vai ser como um soco no estômago. "Eu não irei voltar Eu fiz algo tão terrível Estou com muito medo para falar Mas você esperaria isso de mim"

quarta-feira, 9 de março de 2016

Sobre suícidio e outras coisas...

"These cold nightmares they make her worse for wear Lost in the dark, she's got a heavy heart And when she wakes in her fragile state, Well, she calls my name hoping that i keep her safe" 'Dois dias sem sonhar com isso e contando... "Eu estive pensando nisso, bem, o tempo todo... Acho que posso estar ficando louca."

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Eu tentei, de todo jeito, o mês inteiro, eu te mandei sinais. Eu falei, a tua lingua, a minha língua, e outras línguas mais... Eu sei o mundo não é perfeito! Aprendi com esses sonhos sem sentido nem explicação que a minha vida não passa do roteiro sem a tua direção. E eu sei, ainda nem te conheço... My everything is broken, it's all done and there's no air around to fill my lungs, this song is all I have to give, this song is all I have to give... And I don't know the things that you've been through. But miles away I am thinking of you. This song is all I have to give. This life is all we have to live. Oh, penny... Às vezes sinto que o meu lugar não é aqui, eu ando no escuro que é pro sol brilhar mais forte quando surgir, sou essa alma inacabada a construir. Pois eu nasci sem muros, mas só o som da sua voz pode me destruir! Oh, penny! O amor é incondicional até conhecer o que o outro esconde no porão da sua alma, que é pra ninguém ver... E acredite quando eu digo: seja feliz! Você nasceu pra ser espinho, e eu cicatriz... Beeshop

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Você precisa parar de pensar nisso...

Ela desceu do ônibus com a sensação de que algo a perseguia, fez todo o caminho sem olhar para trás. Respirava fundo e tentava se acalmar: “Não deve ser nada, não é nada”, pensava. Andava cada vez mais rápido, chegou até a perder o folego, só se acalmou quando finalmente viu um rosto familiar, seu irmão abriu a porta da frente da casa. - Está tudo bem? - S-sim, agora parece que tudo passou. Seu irmão sem entender nada, deu passagem para ela entrar. - Você tem aula amanhã, suba para arrumar suas coisas. - Tudo bem. Subiu as escadas, carregando sua mochila e uns livros, andando pelo corredor a sensação de que alguém a perseguia voltou, tentou não olhar pra trás e entrou no quarto fechando a porta. Jogou os materiais no chão e foi ao banheiro, lavou o rosto uma, duas, três vezes até finalmente se acalmar um pouco, de olhos fechados pegou a toalha e enxugou o rosto. Ao olhar no espelho, uma estranha e deformada figura a observava, correu para o quarto e se jogou na cama. Se escondeu embaixo das cobertas e fechou os olhos, tentou não pensar em nada, tentou se acalmar. Um estrondo e a janela se abriu, ventava muito e tudo o que ela ouvia era um barulho, uma risada sinistra e muito fina, parecia rir dela. Continuou de olhos fechados, gritava para que o irmão a ajudasse, chorava, gritava mas parecia que não saia nenhum som da sua boca. Tentava gritar cada vez mais alto, mas de novo ninguém a ouvia, após o que pareceram horas gritando ouviu o som do irmão subindo as escadas. - Eu já vou, você precisa se acalmar. - Por favor, me ajuda – chorava e gritava quase sem voz. Quando o irmão encostou na fechadura da porta, tudo se fez silencio. Acordou assustada. Tinha sido apenas mais um sonho, iguais aqueles da infância e finalmente havia acabado.